O Presidente de Vila Nova de Foz Côa emitiu um Comunicado no site oficial do Município sobre a ordem de encerramento do canil pelo Ministério Público, por falta de condições adequadas e pela sobrelotação.
Uma denúncia de maus tratos no canil municipal de Vila Nova de Foz Côa desencadeou na passada sexta feira uma operação de resgate de 73 animais, levada a cabo pela GNR, pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e pelo IRA – Núcleo de intervenção e resgate animal.
No Comunicado refere que “desde a tomada de posse em 2021, que este executivo, tem a consciência que este é efetivamente um dos maiores problemas do concelho”.
Entre as ações priorizadas, o Município “reforçou meios técnicos veterinários e procurou ajuda em CRO´s vizinhos, para aliviar a pressão populacional no canil”. O que não foi possível, devido à sobrelotação de todos os canis contactados.
Explica ainda que o “Gabinete da Proteção Civil desenvolveu uma série de ações para a promoção da saúde e bem-estar animal”.
Estas ações incluíram: Campanhas de adoção; Realização de campanhas CED num total de investimento a rondar os 50 mil euros; Criação do regulamento de apoio à esterilização de animais de companhia; Regulamento do cuidador informal; E apoio financeiro e logístico à associação local Côanimal.
Reforça que o compromisso do executivo “com o bem-estar animal permanece inabalável” e que vai continuar a trabalhar para encontrar uma solução que permita a construção do novo canil.
Explica ainda que está previsto, para junho deste ano, a abertura de novo concurso para a construção de um Centro de Recolha Oficial de Animais (CROA) que “cumpra todas as normas de bem-estar animal e que terá capacidade para acolher até 200 animais em condições dignas”.


