A história do Bichon Maltês

O nome Bichon Maltês não significa que esta raça é originária da ilha de Malta, já que “maltês” provém do vocábulo “màlat” que quer dizer refúgio ou porto. 

Os ancestrais deste pequeno cão viviam nos portos das cidades marítimas do Mediterrâneo Central, onde combatiam os ratos e ratazanas que povoavam os comércios do porto e os porões dos barcos.

Na lista de cães existentes no tempo de Aristóteles (384-322 a.C.) é mencionada uma raça de cães pequenos a quem atribui o nome em latim “canes melitenses”. Esse cão era conhecido na Roma Antiga como companheiro preferido das matronas e elogiado pelo poeta Strabon.

Existem representações do Maltês por numerosos pintores renascentistas, que mostram este pequeno cão nos salões da época ao lado de belas damas. A raça era muito valorizada pela classe alta, aristocratas, estadistas e realeza.

Acredita-se que o Bichon Maltês tinha poderes medicinais de cura, o paciente colocaria o cão sobre o estômago ou peito para obter conforto. Por causa desta prática e pelo facto de ser um cão de natureza afetuosa e pequeno porte, o que permite mantê-lo facilmente no colo, a raça também era conhecida como “Comforter”.

A raça é conhecida pela sua pelagem branca distintiva. No entanto, no Reino Unido, entre 1902 e 1913, o Maltês foi admitido em Exposição em outras cores.

O primeiro Bichon Maltês foi exibido nos Estados Unidos, intitulado de “Maltese Lion Dog”, na Exposição Canina inaugural do Westminster Kennel Club, em Nova Iorque, em 1877.

Como curiosidade, a atriz Elisabeth Taylor teve vários cães de pequeno porte, incluíndo o Bichon Maltês “Sugar” e, após este falecer, a “Daisy”. A atriz Marilyn Monroe também teve um Maltês chamado “Maf Honey” que lhe foi oferecido por Frank Sinatra.

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