RAFEIRO DO ALENTEJO

Julga-se que este cão descende dos molossos do Médio-Oriente. De acordo com o seu tamanho e coragem foi utilizado pelas tribos cuja sobrevivência dependia da criação de rebanhos; tinha assim um papel primordial nessas comunidades. No início da transumância, o que implicava a deslocação temporária de grandes rebanhos, constatou-se que o gado estava exposto a numerosos perigos no decurso desses longos trajetos.

Nas estradas em direcção às montanhas no verão e aquando do regresso às planícies no Inverno, os rebanhos foram sempre acompanhados por grandes cães; daí resultou que a raça se expandisse de uma região para a outra ao longo destes percursos. Tal facto explica a chegada deste cão possante, denominado Rafeiro do Alentejo desde o final do século XIX, às planícies alentejanas.

Cão de grande tamanho, possante, rústico, sóbrio e tranquilo. De perfil, a cabeça é ligeiramente convexa; o conjunto da estrutura é mais comprido do que alto (sub-longilíneo).

Fonte: Clube Português de Canicultura
Pode consultar o estalão completo da raça AQUI.

História do Rafeiro do Alentejo

O Alentejo, região desde sempre conhecida pela sua forte ligação à agricultura e à pastorícia extensiva, é o solar desta raça conhecida como Rafeiro do Alentejo. Atualmente, a raça é bem conhecida em todo o país, sendo as suas qualidades de cão de guarda e de família bastante apreciados.

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